Hoje a Igreja Católica comemora o Dia dos Santos Reis, que a tradição surgida no século VIII converteu nos santos Belchior, Gaspar e Baltazar. Adoro estudar as tradições culturais do meu país e, particularmente, tenho me dedicado bastante ultimamente ao estudo das Folias de Reis. É interessante saber que a Bíblia não revela no Sagrado Evangelho que os Santos Reis o seriam de fato, pois faz referência apenas a “magos do Oriente”. São citados apenas por São Mateus:
“(2, 1) Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam: (2, 2) 'Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo.' (2, 3) O rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e com ele toda a Jerusalém; (2, 4) e, reunindo todos os principais sacerdotes e os escribas do povo, perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo.”
O evangelista não diz quantos nem quem são, mas a tradição católica e escritos não oficiais da Igreja sugerem que eram três e chamavam-se Melquior (ou Belchior), Baltasar e Gaspar. Esses nomes aparecem, entre outros textos, no Evangelho Apócrifo Armeno da Infância, do fim do século VI, no capítulo 5,10:
“Um anjo do Senhor foi de pressa ao país dos persas para avisar aos reis magos e ordenar a eles de ir e adorar o menino que acabara de nascer. Estes, depois de ter caminhado durante nove meses, tendo por guia a estrela, chegaram à meta exatamente quando Maria tinha dado à luz. Precisa-se saber que, naquele tempo, o reino persiano dominava todos os reis do Oriente, por causa do seu poder e das suas vitórias. Os reis magos eram 3 irmãos: Melquior, que reinava sobre os persianos; Baltasar, que era rei dos indianos, e Gaspar, que dominava no país dos árabes.”
Eles são conhecidos por “Magos” não porque fossem expertos na magia, mas porque eram muito sábios e, sobretudo, tinham grande conhecimento da astrologia. De fato, entres os persas, se dizia “Mago” aqueles que os judeus chamavam “escribas”, os gregos “filósofos” e os latinos “sábios”.
Vale ressaltar que a exegese católica interpreta a chegada dos Reis Magos como o cumprimento da profecia de David:
“Os reis de Társis e das ilhas lhe trarão presentes, os reis da Arábia e de Sabá oferecer-lhe-ão seus dons. 11. Todos os reis hão de adorá-lo, hão de servi-lo todas as nações”. (Sl. 71, 10-11)
Segundo li há algum tempo na revista Superinteressante, foi apenas no século III que eles receberam o título de reis, provavelmente como uma maneira de confirmar a profecia contida no Salmo 72: “Todos os reis cairão diante dele”. Por volta de 800 anos depois do nascimento de Jesus, eles receberam os nomes e também a origem: Melchior era rei da Pérsia, Gaspar era rei da Índia, e Baltazar era rei da Arábia. Melchior, honorável ancião, ofereceu ouro ao Rei Jesus. Gaspar, na força de sua juventude e beleza, ofereceu incenso. E Baltazar, de cor muito escura, ofereceu ao Salvador mirra.
Em hebreu, esses nomes significavam, respectivamente: “rei da luz” (melichior), “o branco” (gathaspa) e “senhor dos tesouros” (bithisarea). Na catedral de Colônia, na Alemanha, supostamente é o lugar onde repousam os restos mortais dos reis magos. De acordo com uma tradição medieval, os magos teriam se reencontrado quase 50 anos depois do primeiro Natal, em Sewa, uma cidade da Turquia, onde teriam falecido. Algum tempo depois, seus corpos teriam sido levados para Milão, na Itália, onde permaneceram até o século 12, quando o imperador germânico Frederico dominou a cidade e levou as urnas mortuárias para Colônia.
Devemos aos magos até a tradição de dar presentes no Natal. No ritual da antiguidade, ouro era o presente para um rei, incenso, para um religioso. E mirra, para um profeta (a mirra era usada para embalsamar corpos e, simbolicamente, representava a mortalidade). O significado desses presentes costuma variar: uns dizem que o ouro representava a realeza de Jesus, filho de Davi; a mirra, a sua humanidade e o seu sacerdócio; o incenso falava de sua divindade, era Deus que se revestiu da forma humana, nascendo como um de nós. Outros já vão além disso, acrescentando outros detalhes:
– O ouro era o presente para um rei (realeza), mas também a riqueza e a alegria que os Reis Magos sentiram na alma quando se aproximaram do menino Jesus, além de ser símbolo de sabedoria universal e de todos os dons e talentos que Deus proporcionou à Humanidade.
– O incenso, para um religioso, simbolizava a fé, o retorno íntimo ao sagrado, às bênçãos que todo cristão precisa receber e doar, como também simboliza o ato de abençoar alguém com o coração e pode ser considerado uma oferenda devocional oferecida somente aos deuses e, nesse caso, ao Filho de Deus.
– A mirra era uma erva amarga cuja resina antisséptica era usada para embalsamar corpos e, simbolicamente, podia representar a humanidade de Jesus e, ao mesmo tempo, a Sua imortalidade divina, Sua pureza (o cheiro que ela emana faria ainda a ligação com o Divino e o Eterno, como símbolo para a vitória de Jesus sobre a morte), além de simbolizar também os pecados e defeitos humanos que seriam redimidos pelo Filho de Deus.
Nesta data, ainda, encerram-se para os católicos os festejos natalícios e é o dia em que se desmancham os presépios e são retirados todos os enfeites de Natal. Tenho uma identidade muito forte com esse dia, por vários motivos, que revelo a seguir.
O primeiro deles é a importância que dou à figura alegórica representada por cada um dos Santos Reis, conforme foi descrito acima, além dos significados dos presentes que levaram ao Menino Jesus.
De acordo com São Beda, o Venerável (673-735), Doutor da Igreja e monge beneditino nas abadias de São Pedro e São Paulo em Wearmouth, e na de Jarrow, na Nortumbria, Inglaterra, considerado como fonte de primeira mão da história inglesa, sendo muito respeitado como historiador (sua obra “História Eclesiástica do Povo Inglês” — Historia Ecclesiastica Gentis Anglorum — lhe rendeu o título de Pai da História Inglesa), em seu tratado “Excerpta et Colletanea”, o Doutor da Igreja assim recolhe as tradições que chegaram até ele:
“Melquior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltasar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz”.
Para São Beda – como para os demais Doutores da Igreja que falaram deles – os três representavam as três raças humanas existentes, em idades diferentes. Neste sentido, eles representavam os reis e os povos de todo o mundo.
O segundo motivo pelo qual considero muito importante este dia é porque tenho o maior respeito pelo que representa a Epifania na minha vida particular. Sempre, após as festas de fim de ano (e isso é algo que trago comigo desde a infância), sinto-me muito pensativo e faço uma revisão de minha vida e do que posso fazer para tornar-me alguém melhor. Não é fácil perceber que, em alguns momentos como estes, que deixei de fazer muitas coisas importantes em minha vida que me fariam crescer como ser humano. Mas também é um momento de satisfação em perceber as vitórias que conquistei como pai, marido, irmão, filho, afilhado, compadre, padrinho, tio, amigo, profissional, enfim, como o Ernane que cada uma das pessoas que fazem parte da minha vida compreendem.
O terceiro e menos importante motivo de celebrar o dia 6 de janeiro é porque é meu aniversário.
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“Reis Magos”
Os Reis Magos chegaram e deixaram seus presentes
Para o Menino Deus que acabara de nascer
Muitas vezes, sinto que somos uns cristãos tão ausentes
Não celebramos aquilo que de fato deve ser
Ouro foi dado ao Menino Jesus como símbolo de sua realeza
E nós precisamos reafirmar a certeza
De nossa fé incondicional na figura de Deus em nossa vida
E da força que Ele nos proporciona para superar a lida
Incenso também foi um presente para o Menino Jesus
Que deve nos lembrar Sua divindade incontestável
E o amor intenso que emana suavemente de sua luz
Que nos enche o coração de forma inexorável
A mirra de nossos pecados e de nossa alma imperfeita
Representa a eternidade da presença do Cristo Ressuscitado
E a amargura que ora nos acolhe e que ora nos rejeita
É a redenção que Deus nos oferece em Jesus, de bom grado
Gaspar, Belchior e Baltazar louvam o Menino Deus vivo...
Seguiram a Estrela do Oriente em busca do palácio divino
E encontraram um castelo na gruta sagrada do motivo
Que deve mover cada cristão na procura do mistério sagrado
Que não precisa de rimas, nem de estrofes, nem de métrica...
Basta apenas acreditar...
Mais uma vez, tive a oportunidade de participar de curso relativo ao Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio / Reinventando o Ensino Médio, desta vez em Sete Lagoas. A discussão girou principalmente em torno da questão da avaliação interna e externa. É um tema polêmico que levanta os ânimos sempre que discutido. Mas a grande verdade é que não se pode determinar modelos e padrões para o que chamamos “avaliar”. Às vezes, o que é preciso é reavaliar a avaliação…
Reavaliar a avaliação
Enfrentar as dificuldades e o não querer querer superar os difíceis enfrentamentos muitas vezes pode ser doloroso aprender mas a vida se faz de bons e maus momentos
Ensinar é muitas vezes estar à beira do precipício Aprender é tecer desafios constantes de vida Ensinar é desapegar-se de todos aqueles vícios Tirando da cartola a magia da criatividade reaprendida
Avaliar como um PAAE que não SAEB Escolher o melhor caminho para o filho Deixa, então, que seja dele essa escolha...
SIMAVE vale dois pássaros voando que um na mão A rima e a métrica foram esquecidas Assim como as avaliações que não retratam a vida...
Esse texto foi feito em relação à oportunidade que estou tendo de rever o meu papel de educador, no momento em que se fala de um “Pacto” para fortalecer o Ensino Médio no país. Extrapolo o contexto, pois vejo algo muito além disso. Vejo a oportunidade de construção de um país melhor, com cidadãos e educadores mais conscientes e uma juventude que participe positivamente da sociedade, pois a Escola poderá ser uma etapa de suas vidas em que os jovens realmente sentirão a contribuição que a Educação pode lhes oferecer.
Sentirei saudades da luz que se foi embora
Não se apagou essa luz que emana
De um coração generoso que não se explica
Da minha inesquecível Tia Ana...
Na minha fé, resta-me a oração silenciosa
Que brota do fundo do meu peito magoado
Pela antecipação da saudade impiedosa
Que agora dentro de mim irá morar...
O semblante de Tia Ana sempre ficará guardado
Na minha memória como uma imagem singular
De uma mulher forte que superou desafios da vida
Com a fé e a esperança de quem crê em Jesus
E sempre se pôs de apoio à família querida
Na condição que ela tinha de ser essa luz
Que emana e para sempre continuará assim
E continuará também a lembrança, para mim,
De um amor que se espalhou pelo mundo
Através do seu lindo olhar profundo...
Sentirei saudades da luz que se foi embora
Não se apagou essa luz que emana
De um coração generoso que não se explica
Da minha inesquecível Tia Ana...
Nesta terça-feira, 07/01/2014, completam-se 20 anos do meu matrimônio. Foi um dia de agradecimentos... Pois só tenho a agradecer a minha esposa, a meus filhos e ao meu Senhor por esses anos maravilhosos de minha vida. O casamento representou para mim um crescimento pessoal magnífico.
Na verdade, não tenho muito o que dizer neste post sem ser piegas ou simplesmente “chover no molhado”. Vou reduzi-lo ao mínimo, portanto, nos versos e na canção que, para mim e para minha amada esposa, representam muito tudo o que vivemos...
“Após esse tempo todo”
Após esse tempo todo
posso falar sem medo o quanto amo você
falo assim naturalmente
porque as palavras estão sempre em meus lábios
prontas para serem ditas
mesmo que venham não somente do meu corpo
mas da minha alma
Após esse tempo todo
posso dizer que sou um outro homem
mas ainda me sinto o mesmo de antes
jovem enamorado daquela menina linda
que o olhava com olhos furtivos e tímidos
contudo irradiantes de um amor nascente
amor que permanece ainda no gesto carinhoso
na companhia presente e consistente
na paixão ardente
Após esse tempo todo
temos nossos filhos que completam nossa vida
meninos quase homens
joias que Deus nos concedeu
que aprendem e ensinam a cada dia
lindas lições de amor que se renova
estabelecendo o limite ilimitado do carinho
Após esse tempo todo
resta-me a gratidão profunda
a Deus e à vida que nos permitiram
construir essa família iluminada
pela fé, pelo amor, pelo respeito e pela perseverança
Após todo esse tempo
ainda é muito fácil dizer o quanto amo
a minha linda mulher, minha esposa e companheira
pois cada coisa que faço na vida
é pensar que ser feliz não depende apenas de vontade
mas também da presença de um amor de verdade
um amor que não apenas serve para a rima
um amor que faz meu peito suspirar
todas as vezes que vejo o seu olhar...
Há muitas interpretações bacanas, de Geraldo Azevedo a Fagner, mas escolhi Badi Assad pela originalidade com que ela fez a releitura dessa música.
Estou pensando como começar a escrever esse post sem que me torne um demagogo. Falar de amor é sempre criar um espaço para a demagogia. Ao falar de amor corremos o risco de repetir clichês que podem mascarar a espontaneidade e o verdadeiro valor que determinadas pessoas têm nas nossas vidas…
São muitas as pessoas importantes em minha vida, que constituiram as verdades em que acredito, os valores que me fizeram ser bom ou mau e, sobretudo, imperfeito em tudo que faço. Mas, dessa imperfeição que sou, ao mesmo tempo, sinto-me completo, livre de todas as angústias que acossam os infelizes consigo mesmos.
Acima de qualquer coisa, sou feliz… Muito feliz… Não existe em meu vocabulário a palavra “frustração”. Existe a palavra “insatisfação”, em verbete diminuto (s.f. Falta de satisfação, de contentamento.) Como qualquer um, sinto-me insatisfeito, às vezes, mas JAMAIS incapaz. Da insatisfação, resulta um enorme desejo e um frêmito ativo em busca de eliminar o que me incomoda. Para tanto, sempre contei com paradigmas fundamentais, que vão desde pessoas com quem nunca tive nenhuma relação e pessoas com quem me relacionei, pelas quais tenho grande admiração e respeito, ou total abjeção. Mas, acima de tudo, minhas maiores referências são meus amigos e minha família. Em alguns casos, família e amigos se confundem, tornando-se uma coisa só.
Lembro-me agora de algumas dessas pessoas importantes que se tornaram referências para mim, pelas circunstâncias da vida. Exemplos são meus vários tios, todos importantíssimos. Falarei agora dos tios maternos com quem tive contato mais próximo. Minha tia Ana, figura magnífica. Na Bíblia, Ana é a avó de Jesus. No livro da minha vida, Ana significa carinho e força. Tia Ana é o exemplo da humildade elevada à MÁXIMA potência, capaz de superar todas as vissicitudes da vida. Porque humildade é força extrema, insuperável, inexpugnável. Tio Joaquim, um carinho e um exemplo de superação impressionante pelo esforço, pela fé e pela perseverança. Um abraço carinhoso é sempre uma memória constante e muito significativa na vida de um homem que superou a perda de um amor incondicional e um alerta para mim sobre o quanto somos suscetíveis às adversidades. Estar preparado para tudo é sempre uma perspectiva inevitável. Lembro-me de minha tia Zezé… Quanto é bom vê-la nas redes sociais, abraçando-me com um olhar que não me olha, mas me ensina a lição de amar. Simplesmente não dá para expressar em palavras.
Por fim, um parágrafo para meu tio Raimundo, mesmo nome de minha mãe. Lembro-me de uma pergunta cuja resposta eu já sabia no primeiro olhar… Da suspeita cognitiva da minha mãe, dona de um sexto sentido apurado…. Não me esqueço de um olhar e de um abraço apertado, que me fez perder o horário do serviço, em comunhão com Nosso Senhor Jesus Cristo. Após muitos anos de peripécias Brasil afora, aportou-nos tio Raimundo e família. Parte dessa família reunimos hoje, neste sábado, 16 de novembro de 2013… Foi maravilhoso rever todos na casa do meu irmão padrinho Joaquim Duarte. Mas foi muito gostoso, sobretudo, rever tia Ana…
Tia Ana é um olhar claro e cheio de amor… Inexplicáveis a clareza e o carinho que irradiam daqueles olhos claros. Se não posso explicá-los, sequer tentarei. Lembrou-me, como não podia ser diferente, minha saudosíssima e amada mãe Raimunda. Que saudades!…
“Os olhares e os abraços”
Os olhares e os abraços fazem-me recordar de um amor atemporal que não existe em nenhum lugar mas que está presente dentro de mim
Esse amor que não se pode explicar vai além das palavras e além da razão transcende o que podemos compreender e apenas se explica através da emoção
as lágrimas que afogam meu rosto quando vejo os retratos do passado vivos diante de mim novamente trazendo outra vez o carinho levado
esse amor que não explico nunca irá me abandonar, eu sei fundo-me nele e sigo em frente na lida da vida que viverei…
Momento emocionante de uma canção que resgata o valor da família
Um sonho realizou-se. Não há palavras que definam bem o que isso representa. O Galo é campeão da Copa Libertadores da América e o significado disso para nós, atleticanos, é incomensurável. Não é pelo valor do título em si, mas sobretudo, pela caminhada que levou até ele. Nenhuma campanha foi tão emocionante, tão cheia de dificuldades quanto a do Galo. E isso faz com que o valor da conquista seja multiplicado e ratifica ainda mais a força da torcida atleticana, sem dúvida alguma, a mais apaixonada do Brasil.
“Eu acredito”… Essas duas palavras nunca tiveram tanto sentido como quando gritadas nas arquibancadas pelos atleticanos, vindas do fundo do coração. Yes, we C.A.M., o trocadilho que confirmava a fé de cada alvinegro na vitória, muitas vezes imponderável, mas obtida de forma surpreendente e incontestável. Ninguém pode negar o mérito do Galo, sem dúvida alguma, o melhor time da competição.
Fiz um pequeno vídeo com algumas imagens coletadas da internet e a música “Conquistando o Impossível”, na voz de Robinson e Jamily. Espero que goste, seja atleticano ou não.
É uma grande honra ser atleticano… Sempre foi e sempre será…
Como industriário, trabalhei 30 anos na Cedro (indústria têxtil centenária de Caetanópolis, MG), de onde me desliguei em 2013. Hoje, ainda atuo como professor (desde 1987) em escolas particulares e públicas.