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domingo, 26 de dezembro de 2010

Depois do Natal


Passado um dia do Natal, resolvo publicar este post. A poesia já estava pronta há alguns dias, mas não tive coragem de publicá-la antes.

A grande verdade é que o Natal sempre se apresenta para mim como um momento de reflexão e de confraternização, comguirlandao acontece com a maioria das famílias. Isso não é novidade alguma. Mas é uma data especial, por isso publico esse post.  Faço-o mais por mim mesmo, do que por qualquer outra coisa.


Para o Natal

Quando chega o Natal
Penso em que eu vou fazer
Na noite de chuva que virá
Pois chove dentro de mim


Quando chega o Natal
Reflito no sentido real
Que tem essa chuva
Que vem me inundar


É uma chuva serena
Quando chega o Natal
Lava-me o espírito
Faz-me ser um ser melhor


Quando chega o Natal
Um sentimento maior
Surge dentro de mim
Junto com essa chuva


Lembro-me então do motivo
De comemorarmos o Natal
Não é um simples nascimento
Não é um simples momento


A rima surge então para dar valor
Àquilo que essa chuva me traz
Um imenso, um enorme amor
Que me invade cada vez mais


Faz-me entender o Natal
Como algo muito natural
Um dia incomum na vida…
Na procura da rima, a lida
Faz-me aumentar a estrofe do poema
E este verso maior não é problema
Menor que o anterior
Mais grande que pequeno
Não o faz ser superior
E sim mais sereno…

guirlanda

2 comentários:

  1. Eu gosto do Natal, mas de uma forma serena, sem preocupações com comilança, excessos na bebida ou gastos excessivos com presentes. Quando eu era criança era assim: a gente rezava à meia noite e colocava o Menino Jesus no presépio, depois ia dormir. No dia seguinte, o pai entregava presentes, tudo simples: uma bola, uma boneca, depois a gente almoçava como se fosse domingo...
    Tempo bom...Acho que é nostalgia isso.
    Quase sinto a chuva da noite de Natal nos seus versos.

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  2. Sim, prezada professora Cida, é um tempo bom... O Natal representa na minha vida muitos momentos, mas principalmente de família reunida, de oração e de partilha.
    Nesta década de perdas enormes, sinto que o Natal se afigura como uma perspectiva de novos tempos.
    Obrigado pela visita assídua!

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